LUIZ FILIPE SOUZA

O QUE VEM ANTES
Antes do prato servido, existem quinze anos de cozinha. Quando entrou em uma pela primeira vez, Luiz Filipe Souza não sabia quase nada, cozinhava, lavava pratos, organizava o estoque. Fazia o que precisava ser feito. Aprendeu cedo que, quando se está construindo algo, não existe trabalho pequeno. Existe o próximo passo.

O QUE É SEU
Com o tempo, entendeu que cozinhar não era executar uma técnica. Era construir uma identidade. Passou anos observando, ouvindo e fazendo, até o momento em que precisou encontrar a própria voz. Não para ser diferente, mas para ser verdadeiro. Foi assim que nasceu o Oriundi, no Evvai: o encontro entre técnica e emoção, tradição e futuro.

ACTO x LUIZ FILIPE SOUZA
A alta gastronomia e a relojoaria partilham o mesmo princípio: o resultado final é a soma das partes. Ingrediente com ingrediente, material com material. Nada por acaso. Nos dois ofícios, o caminho fácil estava disponível, e foi recusado. É isso que aproxima a ACTO de Luiz Filipe: a disciplina de ir além do que bastaria, e a clareza de que há sempre algo próprio a ser construído.



O QUE VEM ANTES
Antes do prato servido, existem quinze anos de cozinha. Quando entrou em uma pela primeira vez, Luiz Filipe Souza não sabia quase nada, cozinhava, lavava pratos, organizava o estoque. Fazia o que precisava ser feito. Aprendeu cedo que, quando se está construindo algo, não existe trabalho pequeno. Existe o próximo passo.
O QUE É SEU
Com o tempo, entendeu que cozinhar não era executar uma técnica. Era construir uma identidade. Passou anos observando, ouvindo e fazendo, até o momento em que precisou encontrar a própria voz. Não para ser diferente, mas para ser verdadeiro. Foi assim que nasceu o Oriundi, no Evvai: o encontro entre técnica e emoção, tradição e futuro.
ACTO x LUIZ FILIPE SOUZA
A alta gastronomia e a relojoaria partilham o mesmo princípio: o resultado final é a soma das partes. Ingrediente com ingrediente, material com material. Nada por acaso. Nos dois ofícios, o caminho fácil estava disponível, e foi recusado. É isso que aproxima a ACTO de Luiz Filipe: a disciplina de ir além do que bastaria, e a clareza de que há sempre algo próprio a ser construído.

